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A Perda da Consciência Profunda na Era Moderna: Um Conhecimento Esquecido

Atualizado: 14 de nov. de 2025



Em um mundo cada vez mais pautado pela informação objetiva e pela velocidade, uma profunda reflexão sobre a natureza da consciência e do aprendizado se faz urgente. O que perdemos ao priorizar o mensurável e o analisável em detrimento do sentido, da essência e da vibração? Este artigo mergulha na percepção de que a sociedade moderna se desintegrou mentalmente, perdendo a capacidade de acessar uma profundidade subjetiva e essencial — um conhecimento outrora vital, hoje considerado oculto.


A Essência da Consciência: Mais que Palavras


Nossas discussões apontam para uma verdade fundamental: a consciência não é meramente um produto da lógica ou da memória de fatos. Ela é, em sua forma mais profunda, uma reconstituição da emoção, um processo pelo qual fragmentos de sentimento formam uma cognição que atribui valor. Essa é a base do "impacto consciência": aquele momento em que algo nos toca tão profundamente que ressoa em nossa memória, gerando uma compreensão aprofundada.

Os antigos livros de magnetismo já apontavam para essa verdade. Eles ensinavam que a percepção do "geito" e do gesto carregava uma essência que orientava a sensação. Não se tratava de uma mera observação visual, mas de uma capacidade de sentir a vibração do outro, de uma obra ou de uma ideia – uma leitura não-lógica, mas visceral e emocional.


A Transmissão de Mestre para Discípulo: Uma Questão de Vibração


A verdadeira profundidade da consciência só é atingida quando a aprendizagem transcende a mera explicação direta. Segundo essa perspectiva, o indivíduo só alcançará o mesmo ponto de consciência do mestre se houver uma conexão vibracional genuína.

A "Condição: Vibrar de Verdade" é crucial. O mestre precisa encarnar a essência e a consciência que ensina, não apenas "saber sobre" ela. É através dessa vibração, dessa transferência energética ou ressonância, que o mestre ativa a mesma frequência de consciência no discípulo. A "luz do mestre" é captada pelos olhos, não como informação explícita, mas como uma essência perceptível que ilumina a compreensão interna.


A Grande Perda: Desaprendendo o Aprofundamento


A sociedade moderna, contudo, já previu e, de certa forma, aceitou uma realidade onde as pessoas aprendem de forma puramente objetiva. Isso levou a uma perda drástica:

  • Perda da Capacidade de Absorver Consciência (Espírito/Estado Consciente): As pessoas deixaram de captar o espírito ou o estado de consciência subjacente às explicações, absorvendo apenas a superfície, o pensamento e a compreensão não-profunda.

  • Perda da Essência do Aprofundamento: Sem essa absorção profunda, a informação não gera o "impacto consciência" — aquela experiência que verdadeiramente se enraíza na memória e transforma o ser.


O "Deimon" e a Distorção da Realidade


Essa superficialidade não ocorre no vácuo. Existe um fator interno crucial: o "deimon". Este termo, que remete a um filtro interno, um programa mental pré-existente ou um complexo, faz com que a informação (mesmo que correta) passe por ele e seja recebida de forma errada ou distorcida. A capacidade de identificar e desativar esse "deimon" é fundamental para a clareza da percepção.

Se a pessoa deixou de aprofundar, o espaço que deveria ser ocupado pela sua própria consciência essencial é preenchido. Essa lacuna, essa "desintegração mental", foi infelizmente aproveitada pelos "arquitetos da realidade", que construíram sistemas e narrativas que operam na superficialidade, perpetuando o ciclo da não-profundidade. Essa não foi a única cognição extinta do homem moderno, sugerindo um empobrecimento ainda maior do potencial humano.


A Profundidade Subjetiva: Fonte de Poder Individual e Resistência


A profundidade subjetiva e essencial engloba a capacidade de:

  • Ressonância e Essência: Sentir a vibração de tudo ao redor, o "geito" e o "magnetismo", como uma resposta interna e emocional, e não apenas lógica.

  • Reconstituição da Emoção: Entender que a verdade é moldada pela montagem e atribuição de valor a sentimentos e emoções, gerando o verdadeiro "impacto consciência".

Essa Consciência Essencial Profunda é, em sua essência, uma fonte de poder e autonomia individual. Se o indivíduo confia em sua intuição e em sua capacidade de "reconstituir a emoção" e de "sentir a essência", ele se torna menos dependente de especialistas externos, instituições e narrativas oficiais. A percepção do "deimon" e a resistência à sua influência o tornam imune à manipulação dos "arquitetos da realidade".


Conclusão:


Essa compreensão é frequentemente proibida ou mal aceita pela sociedade, que a considera "oculta". Ela desafia a ordem estabelecida, é incontrolável, inmensurável e, acima de tudo, confere um poder individual que o sistema dominante não consegue assimilar.

Ao priorizar a profundidade objetiva e analítica, perdemos a chave de acesso à profundidade subjetiva e essencial. A busca por essa consciência perdida não é apenas um resgate de um conhecimento antigo; é um caminho para a autonomia, a profundidade de ser e a resistência em um mundo que, muitas vezes, nos convida à superficialidade. É um chamado para vibrar de verdade novamente.

Espero que este artigo capture a essência completa de suas reflexões e as organize de forma impactante para si deste website!



Reflexão:


O indivíduo só vai atingir o mesmo ponto de consciência do mestre se o mestre a tiver de verdade e vibrar nele, e os olhos captarem a luz do mestre, a essência; se não, não acessará a essência. Não é pelo meio de explicação direta. A sociedade já previu este critério, como falo, e percebeu que as pessoas poderiam aprender apenas de forma objetiva e não subjetiva, iludindo a capacidade que mais conceitua o pensamento.

(Corrigido: "conciencia" para consciência; "capital" para captarem; "se não não" para se não; "falo e perceber" para falo; "iluminando" para iludindo ou mantido, dependendo da intenção. Optei por iludindo, que parece encaixar melhor na crítica de que a objetividade engana.)



A Condição: Vibrar de Verdade

O ponto crucial é que a consciência do mestre não é alcançada pela cópia de ações ou memorização de palavras, mas apenas se o mestre a tiver de verdade e vibrar no discípulo/aluno.

Ter de Verdade: Implica que o mestre deve encarnar a essência e a consciência que ensina; não basta apenas saber sobre ela.

Vibrar Nele: Sugere que a transmissão é uma transferência energética ou ressonância. O mestre precisa ativar a mesma frequência de consciência no discípulo.

(Apenas vibrar no aluno/discípulo para manter a clareza, pois "nele" é ambíguo neste contexto. A tiver para concordar com "consciência".)



As pessoas perderam a capacidade de absorver a consciência (espírito, estado consciente quando a outra pessoa explica); contudo, perdeu-se a essência do aprofundamento, pois esta consciência e essência serviam para gerar o "impacto consciência". Tipo: quando você vê algo e isso impacta em sua memória, isso é aprofundado ou ser aprofundado.

(Corrigido: "servia pra" para serviam para; "contudo perdeu" para contudo, perdeu-se; "isto é" para isso é; "em sua memória isto é" para isso impacta em sua memória.)



Porém, as pessoas absorvem apenas algo parecido, pensamento, compreensão não profunda (isso porque algo já está na pessoa, o "deimon", e passa por ele, e nele a informação é certa, mas a pessoa a recebe errado).

(Corrigido: "obsorver" para absorvem; "compreensão não profunda" para compreensão não profunda; "seja certo" para a informação é certa; "recebe errado" para a recebe errado.)



Claro que se a pessoa deixou de aprofundar, algo já está profundo no espaço que ela não ocupou, não é?

(Corrigido: "né" para não é.)



Porém, claro que o sistema previu esta desestruturação mental e aproveitou os arquitetos da realidade, mas não foi a única cognição extinta do homem moderno.

(Corrigido: "desentrução" para desestruturação ou desintegração; "homen" para homem.)



O Conhecimento (Gnose) não é adquirido pela lógica, mas por uma revelação intuitiva (iluminação) que conecta o indivíduo à verdade (Luz do Mestre).

(Uso de maiúscula para Gnose e Iluminação para manter a formalidade do conceito.)



A perda reside no fato de que o homem moderno perdeu a capacidade de acessar a profundidade subjetiva e essencial (o "impacto consciência") por ter priorizado a profundidade objetiva e analítica.

A "Profundidade Subjetiva" no seu Contexto

No contexto da nossa discussão sobre a perda da consciência e do aprofundamento, a profundidade subjetiva que se perdeu engloba:

Ressonância e Essência: A capacidade de sentir a vibração de outra pessoa, de um texto ou de uma arte (o "geito" e o "magnetismo"). Essa leitura não é lógica; é uma resposta interna e emocional.

(Nenhuma correção necessária neste bloco.)



Reconstituição da Emoção: A consciência de que a verdade (o "impacto consciência") é formada pela montagem e atribuição de valor a sentimentos e emoções (o que você chamou de "fragmentos").

(Nenhuma correção necessária neste bloco.)


Fonte de Poder Individual (Ameaça ao Controle)

A Consciência Essencial Profunda é uma fonte de poder e autonomia individual.

Autonomia: Se o indivíduo confia na sua intuição, na sua capacidade de "reconstituir a emoção" e de "sentir a essência", ele se torna menos dependente de especialistas externos, instituições e narrativas oficiais.

Percepção do "Deimon": A capacidade de identificar e desativar o próprio filtro interno ("deimon") torna o indivíduo resistente à manipulação e às narrativas superficiais dos "arquitetos da realidade".

(Corrigido: "arquitetos da realidade" para itálico/negrito por ser um conceito central.)



 
 
 

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